- Impossivel não chorar!
'PAPAI.. quanto me amas?'
No dia que nasceu nossa filha meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha. Ah! Eu queria um filho homem! Lamentava meu marido. Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Júlia e pela infinita inocência do seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la como loucura. Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Julia.
Numa Tarde estávamos reunido em família, quando Júlia perguntou a seu papai: - Papai quando eu completar 15 anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu: - Meu amor, vc tem apenas 7 aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Júlia: - Bem papai, tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca o tenha visto por aqui.
No dia que nasceu nossa filha meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha. Ah! Eu queria um filho homem! Lamentava meu marido. Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Júlia e pela infinita inocência do seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la como loucura. Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Julia.
Numa Tarde estávamos reunido em família, quando Júlia perguntou a seu papai: - Papai quando eu completar 15 anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu: - Meu amor, vc tem apenas 7 aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Júlia: - Bem papai, tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca o tenha visto por aqui.
Júlia já tinha 14 anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração do seu papai. Num domingo fomos a igreja, Júlia tropeçou, seu papai de imediato agarrou-a para que não caísse. Já sentados nos bancos da igreja, vimos como ela foi caindo lentamente e quase perdeu a conciência. Seu papai agarrou-a e levou imediatamente para o hospital. Ali permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Júlia padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração. Os dias foram passando, seu papai renunciou a seu trabalho para dedicar-se a filha. Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava vê-la sofrendo tanto.
Numa manhã, ainda na cama, Júlia perguntou a seu papai: - Papai, os médicos te disseram que eu vou morrer?
Numa manhã, ainda na cama, Júlia perguntou a seu papai: - Papai, os médicos te disseram que eu vou morrer?
Respondeu seu papai. - Não meu amor.. Não vais morrer, Deus é tão grande não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.
Perguntou Júlia: - Quando a gente morre vai pra algum lugar? Podem ver lá de cima sua família? Sabes se um dia pode voltar?
Papai: - Bem filha, na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sobre isso, porem se eu morrer, não te deixarei só , onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em ultima instância utilizaria o vento para te ver.
Júlia: - Vento? Como vai conseguir isso?
Papai: - Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentiras que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia a tarde , fomos informado pelos médicos que nossa Júlia necessitava de um transplante de coração, pois do contrario ela so teria vinte dias de vida.
Papai: - Um coração! Onde conseguir um coração? Um coração! Onde, Deus meu?
Nesse mesmo mês , Júlia completaria seus 15 anos. E foi numa sexta–feira a tarde quando conseguira, um doador. Foi operada e tudo saiu bem. Júlia permaneceu no hospital por 15 dias e nenhuma só vez seu papai foi visitá-la. Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa.
Ao chegar em casa ela com ansiedade gritou: - Papai! Papai! Onde tu estas?
Ao chegar em casa ela com ansiedade gritou: - Papai! Papai! Onde tu estas?
Eu sai do quarto com os olhos molhados e disse-lhe: - Aqui estar um carta que seu papai deixou para você.
“ Júlia, filhinha do meu coração: No momento em que ler esta minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram.Não pode imaginar nem remotamente o quanto lamento não estar do teu lado neste instante. Quando soube que morreria decidi dar-te a resposta da pergunta que me fizeste quando tinha sete aninhos e a qual não respondi.Decidi dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha.. Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição para que faças com ela o que queiras. Vive filha!! Te amo com todo meu coração!”
Júlia chorou por todo dia e toda noite . No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba do seu papai; chorou tanto como ninguém poderia chorar.
E sussurrou: - Papai, agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreender quanto me amavas e ainda que nunca tenha dito , agora compreendo a importância de te dizer “ Te amo” e te pediria perdão por haver guardado silencio tantas vezes. Nesse instante as copas da árvores balançavam, suavemente, caíram, algumas folha e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Júlia, olhou o céu, tentou enxugar as lágrimas do seu rosto, se levantou e voltou pra casa.

ainda bem q eu sempre falo eu te amo, até pra quem não me ama, sempre digo, nunca deixo qualquer sentimento menor ocupar o meu ser, mesmo eu recebendo um não do outro lado eu digo eu te amo , pelo menos fiz minha parte!
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